segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Infecháveis

Pular e planar,
em casa chegar,
sair e voltar
sem ter que avisar.

E quero você, fazer isto também,
mas és tão pequena. E assim vai, me envenena.

Teimoso, medroso,
no mais? Preguiçoso.
Me abraça, me beija, me deixa entender.
Me beija. Me deixa? Me deixa entender.

É cultura ou prazer?
Se for algum jogo, não sei como fazer.
Minha vez de jogar? Me dê a roleta.
Ok, faz assim, mas não vale careta.

Ah, pequena,
pode ir, me envenena.
Ah, que pena,
não me tira de cena.

Tiraste meu sono,
pequena, o meu sono.
Minha cabeça, meu ego,
meu tudo, meu trono.

Tiraste meu sono,
pequena, o meu sono.
Minha cabeça, meu ego,
meu tudo, meu trono.

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