terça-feira, 18 de agosto de 2009

Sem Feridas, Cicatrizes

Soam as trobetas!
O tom da despedida sinaliza a entrada de novos tempos; sempre.

Mais uma vez nomadeando vou pro próximo passo. A nobreza da causa não ofusca a própria estupidez. E estúpido é o amor, mais estúpida ainda é a vontade de perambular e nomadear geografando esse planeta Terra!

Geografando sim.
Escolhi alguns lugares que já ouvi falar e resolvi checá-los, ver se é isso que eu vou querer pros meus pirralhos.

Quanto à mim? Bom, fisicamente ainda estou em um pedaço só. Com o coração não vou dizer que está 100% mas eu sei lidar. Já a mente anda cada vez mais forte - ao menos na minha concepção.

Faculdade da vida. Do choque cultural. O choque frontal com o preconceito. E eu gosto dela. Me ensina muito na porrada mas o comitê de formatura - que eu prefiro chamar de Rolê de Todas as Vibes - faz cada festança boa.

Estou clocando out agora, porque malandro não pára, malandro dá um tempo, né? Mas tentando ser sério nessa pausa. Não sério chato, sério sorridente, tranquilo mas determinado.

Não quero criar feridas, nem aqui nem na China ou na Suíça. Quero portas abertas nessa vida, de entrada e de saída. Um hall que se pode esconder mas também fugir. É isso o que eu mais quero. Sem feridas, cicatrizes.