Alguns dias - e eu juro que são só "alguns" - eu sinto que preferia estar em casa. Ouvindo o vento soar tenebroso lá fora. Sentindo o friozinho tradicional do meu retiro espiritual, do meu Retiro das Pedras. "Show do intervalo" na FUMEC. Comer a "soca" do pernil feito pela Elisângela, que ficou na panela e é só esquentar no microondas. Chegar de carona com o Henriqueto's, batendo um papo sobre as dores do mundo e os nossos amores mais voláteis no caminho de casa. Um papo tão bom que quando chegamos à porta da minha casa ficamos mais uns 20 minutos na porta tentando terminar a conversa, que sempre acaba com um: "então tá, velho, amanhã dá idéia de manhã, mas sem enrolar tá?!".
É... Rotina é sempre bom quando não é o presente né?
Presente pra mim é isso aqui.
Não há limites pra uma mente carente. Não há limites pra quem assenta na frente. E nem há de haver.
Não há limites pra dor. Pro amor. Pra saudade.
Vivo longe sim. Longe da dor. Tão longe e tão perto da dor que é o amor. Eu sei, talvez qualquer dia me dê a louca e eu pegue o primeiro avião com destino à terra do samba. Mas eu sei, vai ter que ter "dado a louca" mesmo! Por que em estado normal, eu sei bem que ainda não é hora.
Ainda não é hora.
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Nandinho!!
ResponderExcluirTo do seu lado pra td meu irmao!!apoio todas as suas decisoes!!vc sabe q melhor q ninguem eu entendo...as nossas loucuras mais saudaveis e sãs...tenho pena e daqueles que nao entendem...que fazem de suas rotinas uma prisao...prisao de sonhos, valores e ideais que acho q cada vez mais são supérfulos no mundo...tenho q admitir q a saudade bate...e quando bater a louca em vc eu vo vo c o primeiro a fica louco de alegria...fica com deus..te amo Brother!