Sempre: inexistente.
Nunca: provavelmente.
Culpa: nunca é d'agente.
E é pensando nisso que algumas palavras me bateram à mente.
Será que às vezes tem coisa que acaba e agente nem sente?
Acredito que sim...
Eu não quero é dizer tchau.
Ou acho que não tenho é coragem.
Mas esse ciclo que aqui se fecha,
peço que na mente vocês gravem.
Pedaços ficaram pelo caminho,
e hoje eu me sinto tão sozinho.
A cabeça é um redemoinho,
a rosa mais que um espinho.
Se falta vontade, afinidade é a sobra.
Se amor há demais, pouca mão-de-obra.
Eu não quero dor, quero uma amizade,
é um tipo de parceria que vale eternidade.
Isso não é despedida,
só rua sem saída.
Amanhã quem sabe
outras portas se abrem?
Pra mim, pra você,
pra nós e quem ficou.
E aí vou saber:
o melhor ganhou.
Fica aqui um testemunho,
uma vontade, uma paixão.
De quem tem que decidir
pra não partir (mais) o coração.
E nem quero partir.
Nem partir de ir, nem de dividir.
Mas momentos assim hei de intervir
pra que amanhã possamos sorrir.
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