Amo muito tudo isso.
Com a frase da campanha publicitária do maior carro chefe/representante da geração que vivo é que decidi começar esse texto.
Amo muito tudo isso e tudo aquilo. Amo muito tudo isso hoje, ontem e amanhã.
Me apaixono no mínimo uma vez por semana (quando não sete), brigo comigo mesmo pra pensar em futuro mas o presente é mais intenso.
Planos? Sei que devo mas não vou fazer - agora não. Planos são pros fracos! Eu faço parte de um grupo que faz planos por mim. É a política do pão e circo dando mais certo do que nunca: eu amo muito tudo isso!
Já falei e hei de repetir: sem sair de um raio de 300 milhas já conheci quase o mundo inteiro. São casas e casas me esperando como hóspede ilustre. Trazendo amor, paixão, alegria, discontração, enfim, tudo aquilo que tanto quiseram e não fizeram. O que querem e não fazem por vergonha - ou falta dela!
Ah, sucesso. Sucesso é conquista. Seja amor, ódio, material. Sexo, drogas, ou muito rock'n'roll. A certeza de um futuro melhor que o presente é cada dia mais incerta: é aí que se reconhece o auge, o ápice.
O ápice é o que precede a descendência: mas eu me recuso a pular nesse abismo, quero voar! Voar daqui pra Europa, pro paraíso, Oceania, pro paraíso. Ou até voltar pra casa. Casa? Que casa? Já não tenho mais tanta certeza do que é a minha casa, só quando pego o telefone ou internet e bate aquele aperto, aquela saudade. Mas saudade passa, arde, dói, mas passa.
E assim tudo continua. Sem planos, nada é certo além do auge contínuo. Do sucesso internacional que é a empresa à qual faço parte. O grupo é forte, representa.
Pra quem fica, dou um abraço hoje. Não de despedida, nem de chegada, só um abraço. Um abraço porque todo dia é dia de ser feliz. Não vou esperar o amanhã pra isso não!
Amo muito tudo isso!
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